A Fast Company descobriu, neste artigo, que os Chief Marketing Officers das grandes empresas são alvos extremamente vulneráveis, pois toda a gente parece compreender que o marketing é importantíssimo, mas também se acha que é uma função fácil e sem grandes exigências. Claro que isso não é verdade, como o comprovam os casos de sucesso (ver alguns interessantes aqui ): quem não gostaria de ter desenvolvido o iPod, criado o MS Windows ou produzido o Blair Witch Project? Mas só alguns talentosos têm a capacidade para se distinguirem num mercado que atribui estes sucesso à sorte.
Outro exemplo: na semana passada, a Sotheby's vendeu o quadro mais caro do pós-guerra. Um Rothko que foi vendido por 53,5 milhões de euros. Confesso que não sou um especialista e não conhecia sequer o nome de Mark Rothko. Por outro lado, já vi muitos quadros de Bacon (o pintor que foi ultrapassado pelo record de Rothko) e são sem dúvidas muito mais fortes que o Rothko que vi na televisão.
Não sei as razões nem as questões que envolveram a decisão de compra daquele quadro, mas tenho uma palavra para vocês: marketing. Alguns sabem fazê-lo, outros nem tanto.