Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Wisdom about the Public

posted by H+K Strategies

No artigo de Richard Millar, CEO para a Europa da H+K Strategies, relembramos alguns guias para a definição de uma estratégia de Relações Públicas centrada no poder do público, o poder das massas do qual vimos expressão clara e massiva em diversos acontecimentos nacionais e internacionais durante o ano 2011.

Como estrategas de Relações Públicas devemos utilizar o mesmo processo de comunicação de uma campanha política, onde a narrativa robusta e coerente tem que assumir o papel principal. É obrigatório ouvir o mundo, o que permitirá uma tomada de decisão rápida e a resposta ágil e eficiente. A estratégia de comunicação tem que ser clara e pró-activa sobretudo na definição de um calendário de notícias e conteúdos.

Se o público tem o poder, então temos que voltar a colocar o público no centro.

Teresa Figueira, Directora Geral H+K Strategies Portugal

Todos temos um papel “Tal Como Tu”

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Tal Como Tu

Com o objectivo de colmatar a ausência de campanhas direccionadas a mulheres com VIH/sida, que enfrentam realidades tão particulares como a gravidez e a menopausa, a Hill+Knowlton Strategies, em parceria com as associações de doentes Ser+ e Seres, e com o apoio da Bristol-Myers Squibb, disponibiliza, desde o dia 14 de Dezembro, uma plataforma inédita que une médicos e doentes do sexo feminino na partilha das suas experiências face à doença.

O site disponibiliza testemunhos vivos, em vídeo, de cinco mulheres – três médicas especialistas em VIH/sida e duas pessoas com VIH, uma secção informativa e de notícias, alvo de actualização permanente, e um estudo quantitativo da percepção das mulheres portuguesas sobre o VIH/sida que revela o seu desconhecimento quanto às formas de transmissão.

Este site, que evoluirá ao longo do tempo com o aumento do número de testemunhos, tanto de profissionais como de doentes, posiciona-se como uma plataforma de apoio e de orientação médica, onde as mulheres com VIH/sida podem visualizar vídeos que respondam às suas dúvidas e o público em geral possa obter esclarecimentos que favoreçam a eliminação do estigma ainda associado à doença.

Para mais informações, consultar Tal como Tu.

” As relações Públicas sempre foram um diálogo entre as marcas/companhias e as suas audiências”

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Valid Metrics: Novo método para medir o impacto das Relações Públicas na imprensa? Qualidade em detrimento de Quantidade – Uma mais valia para as marcas?

Este novo método “pode adicionar valor às marcas, fornecendo métricas que não só acompanham o desempenho, mas também fornecem insights. Isso acontece porque a medição do impacto vai para além da contagem de clipping, abrangendo também a compreensão de como as relações públicas estão a ter impacto e a ser percebidas junto do público-alvo. Consciência, compreensão, interesse/apoio, consideração/preferência e acção são os vários níveis em que agrupam as novas métricas”.

Uma temática actual, desenvolvida por Ruth Pestana, Directora Mundial de serviços estratégicos da Hill & Knowlton, na edição de Agosto do Jornal Briefing.

Google+ vs Facebook – Joshua Reynolds fala-nos das implicações desta luta de titãs na forma como comunicamos

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“O Google anunciou recentemente o lançamento do Google+, a sua rede social em resposta ao Facebook.

A princípio, muitos consideram a sua entrada tardia e imitativa. O Facebook possui 750 milhões de utilizadores e seis anos de avanço no mercado face ao Google. Mas estamos a falar do Google, cujos líderes podem experimentar de vez em quando, mas quando se tornam sérios, raramente falham. E não esquecer que o Facebook ultrapassou o MySpace, que Rupert Murdock vendeu por uma fracção do seu valor original. Os titãs ascendem – e caem.”

Convidamos a ler o artigo de Joshua Reynolds, Global Technology Practice Leader da Hill&Knowlton, na íntegra em http://blogs.hillandknowlton.com/commentary/2011/07/24/google-vs-facebook-implications-for-communicators/.

iTudo: O mundo inteiro à distância de um toque

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Nos tempos áureos da explosão da Internet nos anos 90, o lema do Internet Explorer da Microsoft, ainda hoje o browser mais utilizado do mundo, era “Where do you want to go today?”. A ideia de que podíamos aceder a praticamente qualquer conteúdo, fosse ele de informação, entretenimento, cultura, etc, através do simples digitar de um endereço, era extraordinariamente revolucionária.

O limiar entre o pensar e o obter esbatia-se apenas durante o tempo (por vezes muito!) que os “velhinhos” modems de 56 k demoravam a completar a ligação. Uma vez conseguida a conexão, o mundo era nosso!

Muita coisa mudou desde então e, graças a outras revoluções tecnológicas, passámos a dar como adquirido certas coisas que não há tanto tempo atrás consideraríamos um argumento de um filme de ficção científica.

Mas ainda nos surpreendemos. Eu, em particular, surpreendo-me com a simplicidade, com a capacidade de tornar aquilo que é inerentemente complexo, numa forma intuitiva de interacção, quase tão natural como pensar.

O tablet, que desde há um ano para cá, com a chegada da toda-poderosa Apple ao mercado, se tornou o produto tecnológico mais ansiado por muitos, é um exemplo disso mesmo: de como o simples pode ser profundamente belo.

Há sempre que ter reservas quanto ao hype que rodeia o produto mas, vezes há, em que o hype é verdadeiro. Desde quando é que podemos estar num autocarro a tocar piano? No comboio a folhear (literalmente folhear) um jornal? Num jardim a ver um filme? Em casa a conduzir um Fórmula 1? Tudo isto numa superfície lisa, fina, que brilha no escuro (por vezes até demais)?

Um estudo da IDC prevê que só este ano os tablets possam crescer 800% a nível global. Seja como for, tal como nos anos 90, voltamos a sentir que o mundo inteiro está ao nosso alcance… Ao alcance de um toque!

Ora Diga: “Sus-ten-ta-bi-li-da-de”

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Para este meu primeiro post, decidi debruçar-me sobre um dos termos que todos os dias lemos e ouvimos. Uma palavra que começou a fazer parte, não só do nosso Dicionário como do nosso quotidiano… Sustentabilidade. Mas afinal, que conceito é este?  Será que sabemos verdadeiramente o que é?

Será que a Sustentabilidade é apenas um novo conceito do nosso Dicionário (se bem que já com alguns anos), ou será algo que está enraizado nos nossos hábitos do dia-a-dia? Há dias numa conversa, um dos presentes dizia: “Tenho que alavancar a Sustentabilidade da minha empresa”.  Quando questionado sobre “Mas quais são as práticas levadas a cabo pela tua empresa a esse nível?”, respondeu… “Sei lá, a sustentabilidade está em todo o lado. Tenho a certeza que alguma coisa haveremos de ter.”

Confesso que fiquei algo estupefacta perante a resposta, mas ainda mais com a descontracção com que a mesma foi proferida. Veio-me imediatamente à memória, quando há alguns anos atrás, começámos a ouvir: benchmarking. Toda a gente utilizava este estrangeirismo para tudo e para nada… “Vou ali fazer um benchmarking, já venho.” Muitos  benchmarkings se faziam… a torto e a direito.

Após esse período de aprendizagem sobre o que verdadeiramente é o benchmarking e acreditando que agora todos nós saibamos utilizá-lo correctamente (espero eu!), iremos passar pelo processo de transformação e afirmação, digamos assim, do termo Sustentabilidade. Se querem que vos diga, não me parece mal, é da forma que as pessoas o infiltram e que de tal forma fica impregnado que faça parte do ADN de qualquer pessoa e do tecido social e empresarial das empresas. Bom… tanta coisa já foi dita, mas ainda não chegámos ao que verdadeiramente interessa.

Afinal o que é? A Sustentabilidade é a forma de gerir os efeitos sociais, económicos e ecológicos com o intuito de conseguirmos alcançar um desenvolvimento que procure satisfazer as necessidades da geração actual, mas que não comprometa a capacidade das gerações futuras se satisfazerem. Fácil, não é? O mais difícil será aplicá-la e torná-la uma realidade cada vez mais premente na nossa vida. Mas ainda assim, tenho esperanças que demore menos tempo do que o processo do benchmarking… :)

Ruth Pestana da Hill & Knowlton oradora principal no European Summit on Measurement 2011 em Lisboa

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Arrancou ontem em Lisboa a 3ª edição do European Summit on Measurement 2011. Um ano após terem sido estabelecidos os Princípios de Barcelona, Ruth Pestana, Vice-Chair of the AMEC US chapter da Hill & Knowlton, reforça um tema central na nossa área: a importância da substituição do tradicional método Advertising Value Equivalencies (AVE) por Métricas Válidas.

Enquanto oradora da conferência, Ruth Pestana, Vice-Chair of the AMEC US chapter da Hill & Knowlton afirma: “Durante a AMEC Lisbon Summit, o sector pretende ir além da discussão das AVEs e procurará elevar a discussão para as medidas de análise das Relações Públicas. O nosso sector necessita estabelecer standards que não estão somente em linha com boas práticas mas que também aumentam a credibilidade das medidas das RP junto do C-Suite através da utilização de um sistema e uma linguagem que encaixe num contexto empresarial mais abrangente”.

Leia na íntegra em http://hillandknowlton.pt/press-room/comunicados-de-imprensa/Ruth-Pestana-HK

“SOMOS NÓS”… e nós estivemos por lá!

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Vasco Palmeirim, Pedro Ribeiro, Nuno Markl e Vanda Miranda fizeram as delícias de 20 ouvintes (e de outros “pequenos” felizardos) no seu primeiro espectáculo. O Concerto Mais Pequeno do Mundo da Rádio Comercial teve lugar no passado Sábado no Monte da Quinta Resort. Entre risos, conversas, jantar e o jogo da Selecção, fizeram-se ouvir temas que são já virais e que teimam em não sair do ouvido. Alguém consegue ainda cantar a versão original de “Ring my Bell” de Anita Ward?

Partilhamos o simpático autógrafo dos artistas à equipa Hill & Knowlton. Um grande obrigado!

Eu já senti, e vocês?

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Cada vez mais o marketing fala de experiências e de despertar emoções, gerar sensações. Marketing experencial, marketing sensorial, marketing… Há mil e uma designações. Todas elas com alguns pressupostos diferentes, mas com um comum a todas: a presença física. Mas não poderá a experiência e a emoção estar ao alcance do marketing digital?

Após ter visto uma profusão de posts semelhantes no meu mural e de vários “Ah!”, “Oh!”, “Ai tão giro!”, “Já viste?”, “Olha tu!” e um singular “Isto foi por causa dos meus anos.” decidi travar conhecimento com o The Museum of Me. Com a assinatura da Intel, esta aplicação para o Facebook acede ao nosso perfil e cria uma exposição através das nossas interacções na conhecida plataforma digital.

Inovador? Original? Simplesmente fun? Sim, tudo isso. Mas mais: uma verdadeira experiência digital que nos faz sentir e desperta emoções! Não é uma campanha “grande” e de mecânica complicada, mas é uma grande campanha. O viral no seu melhor. Porque nos faz sentir.

Eu já senti, e vocês?

Aqui: http://museumofme.intel.com

PC Guia … Foi mas voltou!

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A crise já não é palavra nova nos dias que correm.

Com ela são muitos os dissabores que vamos tendo nas nossas vidas pessoais mas na esfera profissional não passamos imunes.

Nós, que em agência de comunicação trabalhamos diariamente para sermos portadores de boas notícias dos nossos clientes, somos também por vezes alvo de notícias por parte destes mesmos jornalistas. E nem sempre boas!

Recentemente todos nós fomos desagradavelmente supreendidos com a informação que dava conta do fecho de uma das principais publicações do sector das TI, a PC Guia. As reacções não se fizeram esperar e é público o fantástico apoio dado de imediato a toda a equipa que mensalmente nos brindava com mais uma edição.

Passados 3 meses é com enorme satisfação que voltamos a ver a PC Guia nas bancas, cheia de vida e com muito boa informação. 

É certo que não conseguimos mudar o mundo, mas todos juntos conseguimos fazer a diferença.