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Marcas Portuguesas – Como as vemos cá dentro e como são vistas lá fora

posted by H+K Strategies

A Millward Brown e a Hill+Knowlton Strategies Portugal juntaram-se para apresentar mais uma edição da Flash News, uma iniciativa que pretende mostrar como são vistas as marcas Portuguesas pelos consumidores.

As principais conclusões deste estudo revelam:

  • 59% dos inquiridos no estrangeiro que conhecem marcas portuguesas consideram que estas foram ao encontro ou excederam as expectativas;
  • 65% dos inquiridos no estrangeiro não conhece marcas portuguesas;
  • 67% dos inquiridos em Portugal preocupa-se em saber a origem dos produtos;
  • Apenas 10% dos inquiridos em Portugal estão dispostos a pagar mais por marcas portuguesas;
  • A relação qualidade-preço surge como critério mais importante para os portugueses na maioria das categorias;
  • 9% é o valor mais elevado no peso que a origem do produto tem na decisão de compra e é na categoria dos Azeites

O estudo revela ainda que as respostas facultadas por inquiridos internacionais que já consumiram produtos portugueses – 40% dos quais já visitaram Portugal – destacam a qualidade dos produtos portugueses.

Apesar da percentagem de desconhecimento de marcas Portuguesas da parte dos inquiridos no estrangeiro ser acima dos 50%, as marcas apontadas com maior destaque em termos de visibilidade foram a TAP, Sagres, Super Bock, Banco Espírito Santo, e Azeite Gallo, tendo ainda sido referido o Pingo Doce e Grupo Jerónimo Martins na área da distribuição.

De acordo com os dados divulgados, em Portugal, apenas 10% dos inquiridos afirma pagar mais por uma marca portuguesa, sendo que a faixa etária dos 45-54 anos é aquela que mais se preocupa em comprar português, devido, em grande parte, à qualidade dos produtos e ao apoio à economia.

A Flash News é uma iniciativa da Millward Brown e da Hill+Knowlton Strategies Portugal que, apoiando-se no seu know how diário, se juntaram para dar a conhecer temas prementes e divulgar as diferentes conclusões que irão influenciar o mercado Português.  A 3ª edição da Flash News inquiriu um total de 770 pessoas na África do Sul, Alemanha, Austrália, Brasil, China, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos da América, França, Grécia, Holanda, Polónia, Portugal e Reino Unido, tendo já sido anteriormente publicado um estudo dedicado à redução dos orçamentos de Natal e outro à prestação de cuidados de saúde em Portugal.

O Poder da Internet

posted by H+K Strategies

Todos nós sabemos que nos dias que correm a Internet é um dos meios mais poderosos para fomentar a mobilidade/acessibilidade. O tão falado conceito de “aldeia global” é agora uma das principais vantagens desta ferramenta tecnológica tão poderosa.

Os meios digitais são hoje, mais do que nunca, essenciais a todos independentemente da faixa etária, classe social ou posição laboral.  Prova disso são os números divulgados recentemente por um estudo Netpanel da Marktest: http://www.marktest.com/wap/a/n/id~1936.aspx.

De acordo com o estudo, durante 2011, 5041 mil portugueses com 4 e mais anos navegaram na Internet a partir de computadores pessoais, o que representou uma subida de 1.3% relativamente ao ano anterior.

No entanto, não é apenas o Internet Explorer, o Google Chrome ou o Firefox, entre outros, que impulsionam estas percentagens. Muito pelo contrário. Vivemos num mundo social, no qual as redes sociais assumem um papel de destaque cada vez maior.

E os números falam por si:

  • A lista dos sites com mais visualizações foi encabeçada pelo Facebook, com 11 250 milhões de páginas visitadas, um valor que corresponde a 27.4% do total de páginas visitadas durante todo o ano. É seguido, à distância, pelo www.google.pt, com 3779 milhões e pelo Youtube, com 1657 milhões de páginas.
  • Na lista de sites com mais utilizadores únicos, encontramos na primeira posição a página www.google.pt, com 4936 mil indivíduos, seguido do Facebook, com 4743 mil utilizadores únicos, e do www.google.com, com 4599 mil utilizadores únicos.
  • Em 2011, o Facebook foi o site mais visualizado pelos portugueses na navegação realizada a partir de computadores pessoais, responsável por 27.4% do total de páginas visitadas.

Estes dados reflectem, sem dúvida, o impacto que a internet tem na vida das pessoas e o seu crescimento é exponencial. Não apenas para os amantes das tecnologias, mas para todos.

Podemos e devemos aproveitar as vantagens destas ferramentas e nós, no mundo da comunicação sabemos melhor do que ninguém que, mais do que um mundo de diversão, história, música, etc, a internet é uma ferramenta de trabalho, uma rede de contactos, de recrutamento, de informação.

Estamos  cada vez mais ligados a tudo e a todos, não apenas para sermos “sociais” mas para sermos actuais.

É mais do que certo…  Vivemos num mundo digital que nos permite estar em todo o lado a toda a hora… E este mundo veio para ficar!

A crise, os media e a comunicação

posted by H+K Strategies

“A Crise, os Media e a Comunicação”  foi o mote da conferência que decorreu ontem na Escola Superior de Comunicação Social (ESCS) e que contou com a presença de representantes das mais diversas áreas do Marketing, Publicidade, Comunicação, Audiovisual e Multimédia  e Jornalismo.

O objectivo da conferência passou pela reflexão da actuação dos media tendo em conta o actual contexto de crise em Portugal e o seu papel perante este paradigma de mudança. Ao longo da conferência foram retratados outros temas como as perspectivas de futuro do mercado e do sector dos media em Portugal, bem como a importância da publicidade e da comunicação junto deste sector em específico.

A Hill+Knowlton Strategies esteve presente neste encontro que contou com um auditório repleto de profissionais e futuros profissionais da área, onde o desinvestimento publicitário e a relação entre as mais variadas vertentes de comunicação marcaram presença constante na partilha de opiniões.

De facto, ao longo da conferência foram relatadas algumas temáticas que, actualmente, ocupam um lugar de destaque na nossa actividade e que, muitas vezes, têm preocupado os profissionais de comunicação:

- A diminuição do investimento publicitário que, actualmente, ameaça a subsistência dos media tal qual como conhecemos;

- O desinteresse da sociedade e, nomeadamente, dos jovens portugueses na utilização de suportes impressos para a procura de informação;

- A mudança de paradigma por parte do consumidor, que é cada vez mais exigente, relativamente ao consumo informativo e publicitário;

- A dura realidade de um mercado fechado para os futuros profissionais de comunicação, publicidade e multimédia;

- A importância da criatividade e reinvenção dos profissionais de comunicação como factores de distinção determinantes na nossa actividade;

- A (r)evolução tecnológica como factor predominante de subsistência dos mais variados suportes de comunicação.

Por outro lado, algo que também nos chamou a atenção foi, sem dúvida, a importância e o papel dos Relações Públicas. Como especialistas na área, não podíamos deixar de referir esta temática, uma vez que jornalistas e relações públicas unem, cada vez mais, os seus esforços para uma actividade conjunta e complementar. Não tendo um papel de destaque na conferência, foi um dos assuntos debatidos e que muitas questões deixou no ar.

Claro está que, actualmente, numa conjuntura económica adversa, todos os sectores ambicionam pelos melhores profissionais na área, um factor diferenciador que permite criar uma vantagem competitiva e criar espaço entre apenas uma empresa e A EMPRESA. Acções como esta conferência, essencialmente focadas na passagem de conhecimentos e realidade de negócios têm uma importância acrescida para preparar os estudantes para o mundo real. Alertar os futuros profissionais para os desafios empresariais e formá-los para um mercado em constante mudança, através da experiência e testemunhos de pessoas, muitas vezes percepcionadas como exemplos a seguir.

Sem dúvida, uma excelente iniciativa que, pode e deve continuar a existir num futuro próximo.

Iris Carvalho, Account Executive Hill+Knowlton Strategies Portugal