Posts Tagged ‘Redes Sociais’

E hoje, já falaram sobre a sua marca?

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A Marktest divulgou uma análise ao estudo Barómetro de Telecomunicações sobre a relação dos detentores de telemóveis com as redes sociais. Nesta análise foram apresentados os dados que comprovam a actual importância que têm os dispositivos móveis e as redes sociais para as marcas.

Partilhamos as principais conclusões do estudo que podem também ser consultadas em: http://www.marktest.com/wap/a/n/id~1a15.aspx

Cada vez mais as marcas são mencionadas na Internet, e as redes sociais têm sido também uma das plataformas utilizadas pelos consumidores, para interagirem e comunicarem com e sobre as marcas. Actualmente, a imagem de uma marca acaba por ser assim fortemente influenciada por aquilo que se diz nas redes sociais.

Claro que se através das redes sociais, é possível às marcas difundirem e partilharem conteúdos, como forma de aproximação junto dos seus clientes/consumidores, também é a partir das redes sociais que percepções ou experiências dos clientes rapidamente se podem difundir.

Neste sentido, quem são os clientes que falam sobre a sua marca nas redes sociais? E hoje já comentaram sobre a sua marca nas redes sociais?

De acordo com os dados do Barómetro Telecomunicações – Marktest do mês de Julho 2012, 1.292 mil possuidores de telemóvel com 10+ anos, cerca de 15%, costumam acompanhar o que se escreve sobre o seu operador de serviço Voz Móvel nas redes sociais. Analisando por perfil sócio-demográfico, verifica-se que 57% destes são Homens, e aprox. 58% têm idades compreendidas entre os 15-34 anos.

Se analisarmos por marca de oper. Serviço Voz Móvel, são os clientes Vodafone/Yorn quem mais acompanham o que se escreve nas redes sociais sobre o seu operador (17,5%). Dos clientes TMN e Optimus, aproximadamente 14% costumam acompanhar o que se escreve sobre o seu operador.

Ainda de acordo com os dados de Julho 2012 do Barómetro Telecomunicações, é possivel verificar que se analisarmos junto dos possuidores de telemóvel, 97,4% não costumam escrever sobre seu operador serviço Voz Móvel nas redes sociais.

Procurando cruzar os indicadores de Satisfação/Insatisfação e Recomendação junto destes, verificamos que aprox. 44% encontram-se Muito Satisfeitos (9-10) com o seu operador, e que cerca de 58% Recomendariam de Certeza o seu operador de Voz Móvel.

A análise teve como base indicadores do estudo Barómetro de Telecomunicações, da Marktest, para o universo composto pelos residentes em Portugal com 10 ou mais anos.

Sofia Vicente – Junior Account Executive @ Hill+Knowlton Strategies Portugal

O fenómeno do Marketing Digital

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O marketing nas versões 2.0 e 3.0 há muito que chegou e veio para ficar. As redes sociais deixaram de ser apenas uma ferramenta de marketing pessoal, evoluindo agora para um padrão cada vez mais corporativo e, se no passado, uma empresa que não tinha site perdia a identidade, agora as redes sociais ampliam este paradigma.

De um modo geral, as grandes empresas mantêm o seu budget de marketing, continuando a investir nos meios tradicionais ao mesmo tempo que implementam estratégias nas redes sociais. Não obstante, empresas que não dispõem do capital suficiente para investir em comunicação e publicidade, apostam primeiramente numa abordagem digital que lhes permite apresentar a empresa e interagir com os clientes a menor custo. Um estudo realizado pela Global Trust Survey revela que 92% dos inquiridos oferece mais confiança às recomendações de amigos do que a qualquer outra forma de publicidade.

O menor investimento em conformidade com o maior retorno é o fator mais atrativo. No entanto, para apostar nestas ferramentas é necessário usufruir de know-how, tempo e recursos suficientes para atingir o sucesso. Desengane-se quem pensa que estar presente numa rede social é tarefa fácil. Manter um relacionamento com todos os fãs de uma página pode ser uma tarefa bastante difícil e tornar-se prejudicial se tal não for bem feito.

É necessário que as empresas entendam que partilhar esta função entre colaboradores não é viável, sendo que a solução passa por investir na contratação e/ou formação de uma pessoa cuja responsabilidade primária seja a gestão da presença da marca nestas plataformas. Se tal não for possível, a melhor opção passa por contratar os serviços de uma empresa especializada na área. Para além das várias vantagens associadas, as redes sociais são o meio de comunicação mais mensurável, permitindo avaliar a performance de uma campanha (por exemplo) de forma mais fácil e sem custos associados.

O marketing digital tornou também o consumidor mais exigente. Com a chegada destas ferramentas, este exige que as marcas esclareçam todas as questões através destes meios. As redes sociais são agora o maior vínculo entre marca/consumidor. Segundo um estudo recente da Forrester, empresa especializada em estudos de mercado, 74% dos fãs de uma marca nas redes sociais estão dispostos a recomendá-la a terceiros.

Dada a popularidade do fenómeno, é crescente o número de ofertas de emprego no âmbito desta vertente. As empresas solicitam agora não só especialistas nesta área (comummente denominados de comunity managers), mas também marketeers com experiência e formação comprovadas.

A função de um community manager passa por estabelecer a ligação entre a empresa e o consumidor e de um modo geral, gerir a reputação da marca nos meios digitais. Este profissional deve ter competências no âmbito das relações públicas, do marketing pessoal e relacional, da liderança e um vasto conhecimento das tendências de mercado. As suas funções passam, entre outras, pela identificação de oportunidades de negócio, gestão de crise, relacionamento com o consumidor, monitorização do buzz existente sobre a marca, e em alguns casos, pela implementação de estratégias de marketing viral.

Como consequência, também para o ensino o marketing digital trouxe a revolução. As ofertas em licenciaturas, mestrados, pós-graduações e especializações na área é cada vez maior, sendo agora um complemento essencial e seguro para quem trabalhe na área do marketing.

No entanto, esta noção, não se prende apenas às redes sociais, sendo que envolve toda a estratégia implementada nos meios digitais, nomeadamente, o e-mail & mobile marketing, publicidade online, estratégias de realidade aumentada, etc.

Sem dúvida, o marketing digital é hoje uma ferramenta indispensável para as empresas e uma aptidão necessária para os profissionais de marketing.

Sofia Vicente – Junior Account Executive @ Hill+Knowlton Strategies Portugal

Às compras no facebook

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Não falamos de vestuário, música ou mercearia (se bem que muitos utilizadores já comercializam os seus bens no facebook), mas da última novidade anunciada no blog da mais famosa rede social.

Segundo o Dinheiro Vivo, “O Facebook vai lançar uma loja de aplicações onde os programadores poderão desenvolver e promover apps e os utilizadores terão mais facilidade em encontrá-las. Chama-se App Center e será lançada ‘nas próximas semanas’.”

Os utilizadores poderão descobrir as “melhores” aplicações – leia-se as preferidas da comunidade e as mais utilizadas pelos seus amigos. O jornal Sol, segundo o britânico Telegraph, acrescenta que “no caso do «App Center» do Facebook este irá ser um directório com as aplicações mais populares, sendo que em alguns casos a rede social apenas irá dizer em que loja de aplicações estas se encontram. No caso de as aplicações serem desenvolvidas especificamente para o site criado por Mark Zuckerberg e que pretendam ser comercializadas pelos seus criadores através do «App Center», a rede social ficará com 30 por cento do valor cobrado.

Tendo em conta a evolução do Mobile e em que estudos recentes revelam que cada vez mais as pessoas utilizam os dispositivos móveis para aceder às redes sociais, as Apps são rainhas.

O Poder da Internet

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Todos nós sabemos que nos dias que correm a Internet é um dos meios mais poderosos para fomentar a mobilidade/acessibilidade. O tão falado conceito de “aldeia global” é agora uma das principais vantagens desta ferramenta tecnológica tão poderosa.

Os meios digitais são hoje, mais do que nunca, essenciais a todos independentemente da faixa etária, classe social ou posição laboral.  Prova disso são os números divulgados recentemente por um estudo Netpanel da Marktest: http://www.marktest.com/wap/a/n/id~1936.aspx.

De acordo com o estudo, durante 2011, 5041 mil portugueses com 4 e mais anos navegaram na Internet a partir de computadores pessoais, o que representou uma subida de 1.3% relativamente ao ano anterior.

No entanto, não é apenas o Internet Explorer, o Google Chrome ou o Firefox, entre outros, que impulsionam estas percentagens. Muito pelo contrário. Vivemos num mundo social, no qual as redes sociais assumem um papel de destaque cada vez maior.

E os números falam por si:

  • A lista dos sites com mais visualizações foi encabeçada pelo Facebook, com 11 250 milhões de páginas visitadas, um valor que corresponde a 27.4% do total de páginas visitadas durante todo o ano. É seguido, à distância, pelo www.google.pt, com 3779 milhões e pelo Youtube, com 1657 milhões de páginas.
  • Na lista de sites com mais utilizadores únicos, encontramos na primeira posição a página www.google.pt, com 4936 mil indivíduos, seguido do Facebook, com 4743 mil utilizadores únicos, e do www.google.com, com 4599 mil utilizadores únicos.
  • Em 2011, o Facebook foi o site mais visualizado pelos portugueses na navegação realizada a partir de computadores pessoais, responsável por 27.4% do total de páginas visitadas.

Estes dados reflectem, sem dúvida, o impacto que a internet tem na vida das pessoas e o seu crescimento é exponencial. Não apenas para os amantes das tecnologias, mas para todos.

Podemos e devemos aproveitar as vantagens destas ferramentas e nós, no mundo da comunicação sabemos melhor do que ninguém que, mais do que um mundo de diversão, história, música, etc, a internet é uma ferramenta de trabalho, uma rede de contactos, de recrutamento, de informação.

Estamos  cada vez mais ligados a tudo e a todos, não apenas para sermos “sociais” mas para sermos actuais.

É mais do que certo…  Vivemos num mundo digital que nos permite estar em todo o lado a toda a hora… E este mundo veio para ficar!

Pinterest – O poder da imagem

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Numa altura em que cada vez mais o império online é não só um futuro inevitável mas um presente em rápido desenvolvimento, surge mais uma rede social: Pinterest.

O Pinterest é recente mas apresenta já um número de utilizadores elevado o suficiente para, segundo um estudo realizado nos Estados Unidos pelo site Shareaholic, ter destronado o Twitter em termos de redireccionamento de audiência apenas durante o mês de Fevereiro. O potencial é imenso e os seus benefícios podem claramente ser importantes, tanto na área social como na área empresarial.

Com o Pinterest, pode facilmente criar um currículo criativo e diferenciador – pelo menos por enquanto, mais emocional, atractivo e mais imediato que o tradicional documento em formato word, e que o diferencie.

A criação de boards, com os temas mais úteis ao utilizador, permitem a segmentação de informação visual/audiovisual segundo as necessidades de cada Pinterestiano, tornando mais imediata e impactante a mensagem que quer transmitir ou aquilo que quer mostrar. Algo muito útil, por exemplo, para a criação de um portfolio online.

Também as marcas se começam a aventurar neste novo mundo, tentando mais uma forma de potencializar o interesse e visualização da marca. Esta acaba por ser a rede social ideal para marcas com elevado potencial visual, que podem expor produtos, tornar serviços mais visuais e postar conceitos, com todo o poder da imagem em alta resolução e com a capacidade de promover o reencaminhamento para outros meios de comunicação online da marca.

Moda, turismo, restauração, tecnologia, fotografia, decoração, cultura, e muito mais. Tudo o que pode ser visual ou audiovisual pode ser potenciado através do Pinterest.



Marlene Martins, Account Executive Hill+Knowlton Strategies Portugal

Open Facebook Search: Encontre o que é dito sobre a sua marca no Facebook.

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O Open Facebook Search é uma recente ferramenta que permite a pesquisa em toda a timeline pública da rede social Facebook, sem que seja necessário possuir uma conta neste site.

Assim, as empresas podem agora encontrar o que está a ser dito sobre as suas marcas e temas que sejam relevantes para o seu trabalho.

Fonte: Briefing